quinta-feira, 25 de setembro de 2014

12 voltas ao Sol...

Sou capaz...


Juizinho...


Vamos descobrir a marca e o modelo...

O teu presente surpresa :)


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P.S. Sempre presente...


http://poemasemimgem.blogspot.pt/2010/05/pequeno-poema.html

No teu dia aconteceu:
25 de setembro
September 25

domingo, 21 de setembro de 2014

Ao léu...

Mas, "porque é que o Stuart desenha tão bem pernas? - Não vê a menina que eu vivi muito tempo... em Pernes?!" (Stuart Carvalhais, in “Sempre Fixe”, 20/4/1933).


Amadora parece estar a negrito, será a preferência do autor ou apenas um erro?
A pisar: STUART 1932.

Por baixo da linha: S T U A R T.



Ao léu também o dia a dia, a gente simples, as mulheres...


Marinheiro... Samuel?... quem sabe?...

«Não saias agora, que vem aí a carroça dos cães vadios...».




Para conhecer o homem e a obra:


Revista História N.º 29 - março 1981



A página 30 é o boneco Águas Passadas.


Expresso Revista 6 julho 2013.



Mais imagens aqui, "A Sátira" acolá, e Queluz também está!?...

Hoje tirei o dia para a bonecada :)

Só mais esta para a despedida, aliás o meu interesse pelo Stuart começou no dia em que vi este painel numa exposição em Colares.





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P.S. Pernas no mar (Carcavelos) ou pernas em terra (Lisbon Mini Maker Faire), para este domingo... pernas para que te quero.

domingo, 14 de setembro de 2014

Chuva...

((Misantropo)) De guarda-chuva em riste, passo apressado, cortando as ruas, cortando a chuva, rosto salpicado, cocuruto a salvo, a caminho do banco.

Depositado o pecúlio, mão no peito protegendo papéis no bolso para não se molharem, resoluto regresso à chuva, em passo apressado, cortando as ruas, rosto orvalhado, cocuruto molhado, de regresso ao início, alguém pergunta: o chapéu de chuva?... ficou no banco!

Aconteceu comigo a 10 de setembro de 2014... desligado.

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P.S. O quarteto que não dispenso: FJV, JPC, MEC e JCN, por ordem de leitura, não de importância, mas de disponibilidade. Por agora, e na minha janela de tempo, mas convém estar atento, aberto, curioso ao mundo.

Poesia é transmutar pensamentos em papel e tinta (lápis). Escrita mais ou menos intuída, pensada, desenhada, conseguida, acabada?... mais ou menos abrangente, universal ou pessoal. Quanto menos presa no tempo e no corpo melhor. Fica só este registo do que me passou pela cabeça (em construção).

((Misantropo)): esta grafia remete para um momento absorto.

domingo, 24 de agosto de 2014

Um dia de praia...



Viver! - O corpo nu, a saltar, a correr
Numa praia deserta, ou rolando na areia,
Rolando, até ao mar... (que importa o que a alma 
                                                             anseia?)
Isto sim, é viver!

O Paraíso é nosso e está na terra. Nós
É que temos o olhar velado de incerteza;
E julgamos ouvir a voz da Natureza
Ouvindo a nossa voz.

Ilusões! O triunfo, o amor, a poesia...
Não merecem, sequer, um dia à beira-mar
Vivido plenamente, - a sorver, a beijar
O vento e a maresia.

Viver é estar assim, a fronte ao céu erguida,
Os membros livres, as narinas dilatadas;
Com toda a Natureza, em espírito, as mãos dadas
- O resto não é vida.

Que venha, pois, a brisa e me trespasse a pele,
Para melhor poder compreendê-Ia e amá-Ia!
Que a voz do mar me chame e ouvindo a sua fala,
Eu vá e seja dele!

Que o Sol penetre bem na minha carne e a deixe
Queimada para sempre! As ondas, uma a uma,
Rebentem no meu corpo e eu fique, ébrio de espuma,
Contente como um peixe!

Ode Pagã de Carlos Queiroz (1907-1949), do seu livro «Breve Tratado de Não Versificação» (1948).
Poema literalmente sorvido pelos cinco sentidos do autor deste blogue, no contacto com os elementos na Praia das Maçãs. O dia quer-se preenchido assim, "analógico", o "digital" é apenas um complemento, pequeno :) É do primeiro que tudo parte, que fica, que molda... viver a vida, vida vivida. O que temos.

Amigo de Fernando Pessoa, sobrinho de Ofélia Queiroz, co-tradutor de Eminescu... tenham curiosidade!


Tudo isto chega para preencher um bom dia de verão :)

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P.S. Delicioso este mapa :)


segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Tem-te-bem.

Cuidar de nós, dar atenção a nós, e o resultado extravasa para vós... replica-se.
Hoje o meu tem-te-bem foi assim:

Miradouro do Alto da Vigia na Praia das Maçãs.

Também teve ondas vigorosas que massajaram o corpo, água salgada que se inalou e limpou, espuma branca que se desprendeu (é giro), saltos de orca (cair de costas em cima da onda), largo horizonte que relativiza, gentes diversas de falas diversas, brisa fresca no rosto e areia quente nos pés :)

E tudo isto vem a propósito, ou começou, com a

A falha no azulejo parece um acento circunflexo, mas não é :)



Fica em Abrantes, perto da Igreja de S. Vicente, uma rua estreita e inclinada, que fica escorregadia em dias de chuva. Tem-te-bem, tem cuidado para não escorregar. Acautela-te...um aviso amigo para que nada de mal te possa acontecer.

Procurando mais sobre o tem-te-bem, encontrei esta página, da qual sublinho o seguinte:
  • Ser gentil consigo mesmo;
  • "Stress" auto-imposto;
  • Mordaz sentido crítico face a nós mesmos;
  • Estou a crescer/realizar-me com a vida que levo e mantenho?
  • Como é que eu estou a lidar com as mudanças e a passagem do tempo?
  • Não somos nem superiores nem inferiores a ninguém, mas semelhantes;
  • Os benefícios da bondade pessoal (ter-se bem, tratar-se bem!).

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P.S. Carpe diem.

Para ti ;)

domingo, 27 de julho de 2014

À toa...


Um livro que se compra ao acaso, porque alguém está apagando "preciosas" notas a lápis, que o mercado não valoriza... quanto quer pelo livro?... 5€... negócio feito (são Notas Sertanejas, não de Angola ou do Brasil, mas daqui mesmo :). A rádio que se escuta no tempo tríbulo, ou o sussuro do Ovil imaginado, a odalisca que passa, mais tarde vem à memória Cesário, e acabo por descobrir Frígida e outras. Faz tanto tempo que não leio Cesário.

Foi dia de leaving Lisboa, e também de Leaving New York... e como nós dois gostamos de ouvir :) :** A despedida com reencontro marcado é sempre doce :)

Um jantar que antes de começar já alimenta (delicioso e com pormenor, como sempre). Pat Metheny preenche o éter e leva-nos para a TSF, de conversa e para descobrir mais tarde (Carlos Vaz Marques e Fernado Alves). O tema de que não recordei o nome: last train home. Ainda levo para casa o "Manual para leitura de paisagens". A irreverência do autor promete :) Bem hajam meus amigos, José e Maria :)



Epígrafe do livro.

Andei pela estrada de Sintra, não ao volante do Chevrolet, mas tenho as minhas suspeitas que a EN 375 é a estrada do poema (mas não é). Senti necessidade de o ouvir, o poema claro, mas hoje estou mais para o lado do Caeiro do que do Campos, temperado por mim mesmo :) À procura de quem me lesse o poema descobri a Wislawa Szymborska.

Continuo intrigado com o "óleo dos philosophos" do dia anterior. Alguém sabe o que é e para que serve?...

Para terminar, começar, os conselhos do pai do Ubaldo.

Era para ser "Bricabraque de velhos acasos", mas acabou por ser assim :)

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P.S. Picos de Europa e Blog da Estante Virtual.

Oração do Escuta

Senhor Jesus,
Ensinai-me a ser generoso,
A servir-Vos como Vós o mereceis,
A dar-me sem medida,
A combater sem cuidar das feridas,
A trabalhar sem procurar descanso,
A gastar-me sem esperar outra recompensa,
Senão saber que faço a Vossa vontade santa.
Ámen

domingo, 13 de julho de 2014

O castanheiro que dá laranjas...

O anúncio está a passar na TV, o majestoso castanheiro chamou logo a minha atenção, e é o que interessa para aqui. Pormenores da campanha, e ponto de partida da pesquisa, AQUI.

Árvore de Interesse Público, têm AQUI a sua ficha (Castanheiro de Guilhafonso).

As vozes femininas também encantam, e como cantam :) (Coro Scala & Kolacny Brothers - Perfect Day de Lou Reed).


Nos meus alfarrábios ainda encontrei:



E o incontornável Prof. J. Vieira Natividade, o homem dos sobreiros, figura admirável e multifacetada, desconhecida dos portugueses, no país que tem o sobreiro como árvore nacional. Ler terceiro parágrafo da página 10, em que discorre sobre a paisagem florestal portuguesa.




A nossa relação com a floresta ao longo dos tempos num resumo interessante, AQUI (De facto, como povo, se possuímos alguma vocação em matéria florestal é para desarborizar, não para arborizar. Pedro Almeida Vieira).

Nem a propósito o seguinte artigo,


e a Portaria n.º 124/2014. D.R. n.º 119, Série I de 2014-06-24 que estabelece os critérios de classificação e desclassificação de Arvoredo de Interesse Público (AIP)...

É muito gratificante descobrir e usufruir do nosso património florestal, experimente :)

Nós estivemos aqui :)

Carvalho de Calvos

Preste atenção por onde anda, pois há sempre uma árvore amiga e interessante por perto. Só de memória, balizando o meu espaço e tempo, recordo os lódãos, tílias, jacarandás, palmeiras, plátanos, pinheiros, oliveiras e zambujeiros, sobreiros, macieiras (reineta saloia) e nogueiras que diariamente me fazem companhia, e faço questão de as olhar, em forma de cumprimento e deslumbramento (é mesmo assim cada dia que passa). Despidas e reticuladas ramagens no inverno, folhas tenras de verde no vício da primavera, borbulhar de vida semanal, orgia de cores, cheiros e sabores nos frutos do verão, a frescura de uma sombra, a melancolia da metamorfose outonal que dói. Este é o meu almanaque.

E tudo isto começou com um anúncio publicitário da MSTF Partners (MSTF quer dizer... descubra :)

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P.S. Dias com árvores, um blogue a não perder, Vinte e cinco árvores de Lisboa e Árvores do Concelho de Cascais.